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Ministro Assina Convênio com o BID

Pedro Brito participou quarta-feira (12/12) às 15 horas, da Cerimônia de Assinatura da Carta Convênio firmada entre a Companhia Docas do Estado de São Paulo e o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID_Assessoria de Imprensa

           

O ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos da Presidência da República, Pedro Brito participou nesta quarta-feira, (12/12) às 15 horas, da Cerimônia de Assinatura da Carta Convênio firmada entre a SEP, a Companhia Docas do Estado de São Paulo e o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. Este acordo permitirá a elaboração do Plano de Desenvolvimento e Expansão do Porto de Santos objetivando analisar alternativas para a expansão da capacidade do complexo portuário considerando a demanda atual e projetada, incluindo os estudos relativos à área de Barnabé Bagres. O BID que também se encarregará dos processos de seleção e contratação dos serviços de consultoria, foi representado pelo Sr. Paulo Carvalho que na oportunidade elogiou o desempenho e a visão de crescimento da SEP.  O evento que ocorreu no auditório da CODESP, contou com a presença de representantes da Prefeitura de Santos, autoridades locais, empresários e  trabalhadores do setor.

             Segundo o ministro, a expectativa é transformar mais rapidamente o Porto de Santos no grande porto concentrador, símbolo do Brasil e da América Latina, tendo a capacidade de atender todas as demandas nacionais e internacionais e Barnabé Bagres será uma alternativa para dobrar esta Capacidade. “Esses estudos irão dimensionar as condições para investimentos futuros do Governo Federal e da Iniciativa privada”, completou.

             Pedro Brito informou ainda que vinte e duas empresas já se candidataram para este processo, demonstrando  um grande interesse. O próximo passo será selecionar seis empresas de acordo com as regras internas do BID. O prazo da conclusão da proposta é de nove meses e o ministro cobrou maior agilidade no que diz respeito ao processo seletivo da empresa vencedora. “Não podemos perder tempo”, enfatizou.

             Os estudos irão avaliar as demandas por tipo de carga, crescimento a médio e longo prazo, gargalos e pré-viabilidade sócio ambiental, socioeconômico e financeiro. Os custos do Plano a ser desenvolvido estão estimados em US$ 1 300 mil, sendo US$1milhão alocados pelo BID e o restante será contrapartida do Governo Brasileiro.

             Brito afirmou que o Brasil nunca reuniu condições tão favoráveis para o crescimento como agora e que isso reflete diretamente no fluxo de comércio internacional.

 

Assessoria de Imprensa