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Desempenho do Complexo Portuário Brasileiro em 2013

por Victor Tardio última modificação 10/03/2014 15h00

Movimentação Total

No decorrer de 2013, o Complexo Portuário do país movimentou 931 milhões de toneladas de carga bruta, apresentando um crescimento de 2,9% em relação a 2012. 

Dessa movimentação, 338 milhões de toneladas (36%) foram realizadas pelos Portos Organizados e 593 milhões (64%) pelos TUPs. Em 2013, os Portos Organizados apresentaram um crescimento de 6,6%, sendo que os TUPs se depararam com um discreto crescimento de 0,9%. 

Das 338 milhões de toneladas de cargas movimentadas pelos Portos Organizados, 63% foram realizadas por intermédio das Companhias Docas, que apresentaram um crescimento de 5,1%, e 37% pelos Portos Delegados, que registraram um crescimento de 10,6%. 

Da movimentação dos Portos Organizados em 2013, 4% foram de carga geral solta, 14% de granéis líquidos, 22% de produtos de alto valor agregado em contêineres e 60% de granéis sólidos. Agregando os TUPs, a distribuição da movimentação de carga passa para 5% de carga geral solta, 10% de cargas em contêineres, 24% de granéis líquidos e 61% de granéis sólidos. 

Em 2013 o Porto de Santos liderou a movimentação dos Portos Organizados com 30% do volume total, seguido pelos Portos de Itaguaí com 17%, Paranaguá com 12%, Rio Grande com 6% e Itaqui com 5%. 

Esses cinco Portos representaram aproximadamente 70% da movimentação total dos Portos Organizados em 2013.

Em relação a 2012, o Porto de Santos cresceu 10%, Itaguaí 2,2%, Paranaguá 3,6%, Rio Grande 20,3%, São Francisco do Sul 19,2%, Suape 16,9% e Rio de Janeiro 14,2%. Os Portos de Itaqui, e Vila do Conde apresentaram retração de 2,6% e 8,5%, respectivamente. 

Com uma movimentação recorde em 2013, o Complexo Portuário de Santos superou estimativas iniciais e fechou o ano com 114 milhões de toneladas, fortemente impulsionado pelo bom desempenho dos setores sucroalcooleiro, complexo soja, milho e contêineres. 

Para efeito de comparação, estimativas iniciais preveem que o Porto de Hamburgo, terceiro maior porto da Europa, movimente cerca de 138,5 milhões de toneladas de carga bruta em 2013, com um crescimento de 6% em relação a 2012, desempenho este, inferior aos 8,6% do Porto de Santos.

A expectativa para o Complexo Portuário de Santos em 2014 é de novo recorde, com previsão de movimentação ao redor de 122 milhões de toneladas (CODESP), favorecido por um fortalecimento da moeda norte-americana em relação ao Real, assim como pelo bom desempenho das economias dos EUA e China. 

Responsável pela movimentação de 26,5% das exportações do país e 25,4% das importações, a quantidade de atracações no Complexo Portuário de Santos continua em queda, apesar do expressivo aumento em sua movimentação de cargas, comprovando os efeitos da dragagem de aprofundamento do canal de navegação, que vem permitindo a operação no porto de navios de maior porte. 

Contêineres (TEUs) 

Em 2013 os Portos Organizados e TUPs movimentaram 8,9 milhões de TEUs (98 milhões de toneladas), retratando um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2012. No caso dos Portos Organizados, foram movimentados 6,8 milhões de TEUs (75,5 milhões de toneladas), com um crescimento de 2,3% no ano. Pelos TUPs foram movimentadas 2,1 milhão de TEUs (22,5 milhões de toneladas), com um expressivo crescimento de 38,6%.

Dos cinco principais Portos Organizados em movimentação de contêineres, o Porto de Santos respondeu por 47% da movimentação total do país em TEUs, seguido pelos Portos de Paranaguá com 11%, Rio Grande com 9% e Itajaí e Suape com 6% cada um. 

Apresentaram significativo crescimento na movimentação de contêineres (TEUs), os Portos de Santos, com 8,8% e Itaguai, com 6,9%, entre outros motivos, reflexo da Resolução 72/11 do Senado Federal, que unificou em 4% a alíquota ICMS cobrada sobre produtos importados em operações interestaduais, e da expressividade do PIB em suas áreas de influência. 

Também apresentaram crescimento, os Portos de Rio Grande, com 2,4%, Itajaí com 4,4% e Suape, com 0,6%.


Com significativa elevação na movimentação de papel, frutas e produtos das indústrias química, o Porto de Salvador também apresentou um expressivo crescimento de 8,7% no período em questão.

Analisando o quadro abaixo, da Drewry Maritime Research, uma das mais respeitadas firmas de consultoria marítima, podemos observar que o crescimento dos Portos de Santos e Itaguaí, em 2013, foram bem mais expressivos do que os crescimentos previstos para média Global e demais continentes. 


Maior porto do mundo em operação de contêineres, Shangai movimentou em 2013, 33.6 milhões de TEUs, com um crescimento de 3,3% em relação a 2012 (Lloyds). 

Os Portos de Paranaguá, Rio de Janeiro e Vitória apresentaram uma redução em suas movimentações, em TEUs, de 1,8%, 18,3% e 30,6%, respectivamente. 

Com a entrada em operação da Embraport e do BTP, no 3º Trimestre de 2013, as linhas de navegação estão passando por um rearranjo no Porto de Santos, principal porto em movimentação de TEUs do país e 42º no mundo.

O aumento da competição entre os terminais no Porto de Santos está reformulando a atuação dos principais armadores de contêineres. A Embraport e a BTP estão atraindo linhas de navegação antes atendidas pelos “antigos” terminais – Santos Brasil, Libra, Ecoport e Rodrimar. Estes, por sua vez, tentam garantir aos armadores a ampliação de operações, nível de serviço e redução de preços.

O ambiente altamente competitivo esta dando maior poder de negociação aos armadores. Comenta-se que já ocorreu redução média nos preços cobrados por alguns terminais, numa tentativa de estancar a fuga de clientes para as novas instalações. Em contrapartida, os terminais buscam assinar acordos de longo prazo com os seus clientes.

Com relação aos principais Terminais de Uso Privado, Portonave movimentou 673 mil TEUs, Itapoá 464 mil, Chibatão 363 mil e o Super Terminais 196 mil. 

Com relação aos produtos mais representativos na movimentação de contêineres, apresentaram crescimento em 2013, as exportações de açúcar refinado (15,6%), suco de laranja (11,9%), medicamentos (16,6%), café (12,3%), madeiras e suas manufaturas (11,5%), couro e calçados (20,4%) e frutas (2,4%) e, na importação, autopeças (26,8%), medicamentos (13,4%), motores, geradores e transformadores (13,7%) e frutas e legumes (11,6%). Apresentaram retração na exportação, carne de frango “in natura” (0,2%), autopeças (11%%), equipamentos eletroeletrônicos (6%), máquinas e aparelhos mecânicos (14,6%), plásticos em geral (10,6%) e produtos têxteis (38,5%). 

Em 2013, a exportação de carne bovina alcançou 1,5 milhão de toneladas, recorde histórico, com um crescimento de 24,3% em relação ao mesmo período de 2012.

Carga Geral Solta

Movimentando 44 milhões de toneladas de Carga Geral Solta em 2013, os Portos Organizados e TUPs apresentaram uma retração de 2,4% em comparação a 2012. Dessa movimentação, 14,6 milhões de toneladas foram realizadas pelos Portos Organizados, que apresentaram um significativo crescimento de 11%. Os TUPs que movimentaram 29,4 milhões de toneladas se defrontaram com uma retração de 7,9%.

Dos 5 (cinco) principais Portos Organizados em movimentação de carga geral solta, apresentaram crescimento em 2013, os Portos de Santos (28,7%), São Francisco do Sul (16%), Rio de Janeiro (134,6%), Pecém (19,9%), Paranaguá (8,1%) e Suape (103,9%). Merece destaque no período, o expressivo crescimento de 103,9% do Porto de Suape, fortemente impulsionado por cargas de projeto (Refinaria Abreu Lima e FIAT). Os Portos de Vila do Conde, Rio Grande, Vitória e Porto Velho apresentaram retração de 22,6%, 16%, 55,4% e 15,8, respectivamente. 


O Porto de Santos, principal Porto Organizado em carga geral solta, movimentou 4,3 milhões de toneladas em 2013. 

Com foco nos principais Terminais de Uso Privado de carga geral solta, Portocel movimentou 8,6 milhões de toneladas, Praia Mole 4,7 milhões e o Terminal da CSA 3,4 milhões. 

Em 2013, bateram seus recordes históricos às exportações de automóveis com 476 mil veículos (US$ 5,5 bilhões) e crescimento de 36,6%, veículos de carga com 109 mil unidades (US$ 2,2 bilhões) e crescimento de 5,5%, celulose com 9,9 milhões de toneladas (US$ 5,2 bilhões) e crescimento de 9,6% e obras de mármore e granito com 1,1 milhão de toneladas (US$ 862 milhões) e crescimento de 25%.

Na importação, apresentaram retração, automóveis (6%) e produtos químicos inorgânicos (4%). 

As exportações de produtos siderúrgicos apresentaram uma retração em 2013 de 17,5%, representando uma redução de 1,7 milhão de toneladas de produtos. Em 2013 foram exportadas 8,1 milhões de toneladas de aço, montando US$ 5,6 bilhões. 

As exportações de produtos da indústria química praticamente mantiveram o mesmo volume exportado em 2012, tendo sido exportadas em 2013, 13,5 milhões de toneladas (US$ 14,6 bilhões).

Granel Sólido

A movimentação de Granéis Sólidos pelo Complexo Portuário do país em 2013 foi de 569 milhões de toneladas, com crescimento de 2,6% em relação a 2012.

Os Portos Organizados apresentaram um crescimento de 7,2% no ano e foram responsáveis por 35% dessa movimentação (199,7 milhões toneladas). Os TUPs que representaram 65% (369 milhões de toneladas), praticamente apresentando o mesmo desempenho em igual período de 2012. 

Os Portos de Santos, Itaguaí e Paranaguá responderam por 67% (133,5 milhões de toneladas) da movimentação total de granéis sólidos pelos Portos Organizados.


Das 569 milhões de toneladas de Granéis Sólidos movimentadas pelos Portos Organizados e TUPs em 2013, 329,6 milhões de toneladas (58%) foram inerentes à exportação de minério de ferro, sendo que o TUP Tubarão, da Vale, principal Porto de Granéis Sólidos do País, foi responsável pela exportação de 110 milhões de toneladas.

No acumulado de 2013, as exportações de soja em grãos alcançaram 42,8 milhões de toneladas (US$ 22,8 bilhões), recorde histórico, apresentando um crescimento de 30% em relação ao mesmo período de 2012. Desse volume, os Portos de Santos, Rio Grande e Paranaguá foram responsáveis pela exportação de 28,8 milhões de toneladas (67,3%).

Maior porto exportador de soja em grãos do Brasil, Santos respondeu pela exportação de 12,3 milhões de toneladas, representando cerca de 30% do total exportado pelo país.

Das 42,8 milhões de toneladas de soja em grãos exportadas pelo país em 2013, 28,7% tiveram origem no Estado do Mato Grosso, 18,5% no Rio Grande do Sul e 17,5% no Paraná.

No caso do farelo de soja, as exportações apresentaram uma retração de 7%, com um total de 13,3 milhões de toneladas movimentadas (US$ 6,8 bilhões). 

Paranaguá respondeu por 35% (4,6 milhões de toneladas) desse volume, Santos 25% (3,3 milhões de toneladas) e Rio Grande 19% (2,5 milhão de toneladas). Esses três portos responderam por 78% das exportações de farelo de soja do país.

Das 13,3 milhões de toneladas de farelo de soja exportadas pelo país em 2013, 32% tiveram origem no Estado do Mato Grosso, 25% no Paraná e 20% no Rio Grande do Sul.

Para 2014, técnicos do Ministério da Agricultura estimam uma produção de 90,3 milhões de toneladas de soja, recorde histórico, representando um crescimento de 10,8% em relação à safra passada. 

Pela primeira vez na história, o Brasil poderá se tornar o maior produtor mundial de soja, segundo dados divulgados na segunda semana de setembro pela Agência de Comércio e Desenvolvimento dos EUA – USTDA.

Soja – Mapa da Produção Agrícola

Fonte: CONAB/IBGE

Com um expressivo crescimento de 33,5%, foram exportadas 26,6 milhões de toneladas (US$ 6,3 bilhões) de milho em 2013, recorde histórico para o produto. Os Portos de Santos, Paranaguá, São Francisco do Sul, Vitória e Santarém responderam por 90% das exportações de milho do país. Desse volume de milho exportado pelo país, o Porto de Santos foi responsável por escoar 11,9 milhões de toneladas (45%) dessa movimentação. 

Das 26,6 milhões de toneladas de milho em grãos exportados pelo país em 2013, 59% tiveram origem no Estado do Mato Grosso.

Milho – Mapa da Produção Agrícola (1ª e 2ª Safras)

Fonte: CONAB/IBGE

Estimativa Produção e Exportação de Soja e Milho em 2014

Fonte: CONAB/Adaptado LabTrans

Com relação ao açúcar em bruto, terceiro item mais importante da pauta de exportação do agronegócio do país, pelos nossos portos foram exportadas 21,5 milhões de toneladas (US$ 10 bilhões) em 2013, com um expressivo crescimento de 10,5% em relação ao ano de 2012. 

Fortemente impulsionados pela exportação dessas commodities agrícolas, os Portos de Santos, Rio Grande, São Francisco do Sul e Santarém apresentaram expressivo crescimento de 12,4%, 33,3%, 34,1% e 30,9%, respectivamente.

Ainda devido ao ritmo intenso de chuvas com que o Porto de Paranaguá se defrontou no início do corrente ano, interrompendo por diversas vezes, as operações de carregamento de navios, Paranaguá, segundo porto mais importante na exportação dessas commodities agrícolas, ainda impacta de forma significativa no seu crescimento de somente 1,4%. 

Acompanhando a estimativa de crescimento de 14,2% da safra nacional de grãos em 2013 (produção prevista de 185 milhões de toneladas), as importações de adubos e fertilizantes alcançaram 22,7 milhões de toneladas em 2013, acusando incremento de 20,1% em relação a 2012, quando foram importados pelos portos do país 18,9 milhões de toneladas.

Conforme previsto em nosso Relatório de Dezembro de 2012, apesar do Porto de Itaguaí (em que a movimentação de Granéis Sólidos representa cerca de 90% de seu volume total e o minério de ferro é o principal produto movimentado) ter apresentado nos meses de janeiro e fevereiro de 2013, uma preocupante retração de quase 40%, Itaguaí encerrou o ano com um crescimento de 1,9%, fortemente impactado pelo ambicioso programa de obras de infraestrutura do Governo Chinês para 2013, cerca de US$ 150 bilhões, principal consumidor de minérios de ferro da Vale, com cerca de 50% das exportações totais da Empresa. 

Em 2013 foram produzidas 712,9 milhões de toneladas de aço bruto pelas usinas siderúrgicas chinesas, com um crescimento de 7,8% em relação a 2012. As usinas siderúrgicas brasileiras produziram em 2013, 34,2 milhões de toneladas de aço bruto, apresentando uma retração de 1% em relação a 2012. 

Técnicos da Vale previram para 2013, uma produção de 306 milhões de toneladas de minérios de ferro e pelotas, contra 303,4 milhões em 2012, estimando um crescimento de 1% no período. Entretanto, devido às fortes chuvas ocorridas, principalmente no Estado do Espirito Santo, no decorrer de Dezembro, inundações e deslizamentos na ferrovia Estrada de Ferro Vitória Minas afetaram as operações de transporte de minérios na ferrovia e no Porto de Tubarão. Cerca de 2,5 milhões de toneladas de minério de ferro deixaram de ser embarcadas por Tubarão no mês de dezembro de 2013. Desta forma, é possível que a meta almejada pela Vale para 2013 não tenha sido alcançada. 

O Porto de Vila do Conde apresentou em 2013, uma retração de 3,9% em sua movimentação de granéis sólidos, ainda como consequência da queda na movimentação de bauxita, na cabotagem, e, na importação, de coque de petróleo.

Na importação, trigo em grãos, com 7,8 milhões de toneladas, apresentou um crescimento de 10,5%, devido à geadas e consequente redução na produção dessa commodity agrícola pelo Estado do Paraná, principal produtor do País, com 49% da produção. Também na importação, carvão mineral apresentou crescimento de 10,3%, cerca de 1,9 milhão de toneladas adicionais.

Granel Líquido

No decorrer de 2013, os Portos Organizados e TUPs movimentaram 219,9 milhões de toneladas de granéis líquidos, com um desempenho de 1,1% acima da movimentação registrada em 2012. 

Lidando basicamente com produtos de cabotagem, os Portos Organizados movimentaram 48,4 milhões de toneladas e apresentaram um crescimento de 6%. Já os Terminais de Uso Privado que movimentaram 171,5 milhões de toneladas, cerca de 78% do volume de granéis líquidos movimentados pelo Complexo Portuário do País, apresentaram retração de 0,9%. Contando com 27 terminais aquaviários, a Transpetro é responsável pela movimentação de cerca de 80% de Granéis Sólidos pelo Complexo Portuário do país.

Principal Porto Organizado em movimentação de granéis líquidos, Santos respondeu por 26% desse volume e apresentou no período, um crescimento de 1,5%. 


Principal Terminal de Uso Privado de Granéis Líquidos do país, o TUP Almirante Barroso da Transpetro movimentou 53 milhões de toneladas de petróleo e seus derivados, com um crescimento de 4,5% em relação a 2012. 

Entre os demais outros principais Portos Públicos em movimentação de granéis líquidos, os Portos de Suape, Aratu, Rio Grande e Fortaleza apresentaram crescimento de 29,8%, 2,5%, 33,5% e 10,6%, respectivamente. Itaqui (3ª maior movimentação de granéis líquidos) e Paranaguá (6ª maior movimentação de granéis líquidos) se defrontaram com retração de 7,4% e 11,1, respectivamente.

Petróleo e seus derivados apresentaram um crescimento de 16,8% em 2013, com importações totais de 42 milhões de toneladas (US$ 34,7 bilhões), enquanto a exportação de petróleo bruto e seus derivados, com 33 milhões de toneladas (US$ 22,4 bilhões), uma retração de 23% em relação a 2012. 

Paradas programadas para a manutenção de algumas plataformas de petróleo do país, o aumento do consumo interno de combustível, a queda na importação de petróleo pesado pelos EUA e o recuo dos preços no mercado internacional contribuíram para que o Brasil exportasse menos e importasse mais petróleo e seus derivados em 2013. 

Nesse período, as exportações de etanol do país apresentaram uma retração de 6,3%.

FONTE: ANTAQ/MDIC/CNA/ANEC/Instituto Aço Brasil/LabTrans
Informações sujeitas a alterações. Data de emissão: 20/01/2014